segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Rivellino


Roberto Rivellino (São Paulo, 1 de janeiro de 1946) é um ex-futebolista brasileiro. Jogou de meados dos anos sessenta ao fim dos anos setenta, principalmente pelo Sport Club Corinthians Paulista, seu clube de coração.

Atuou em importantes clubes do Brasil, especialmente no Corinthians. Foi titular da Seleção Brasileira tricampeã mundial na Copa de 70, no México. Começou sua carreira nas categorias de base do Corinthians, jogando no time profissional de 1965 a 1975, e então se transferiu para o Fluminense, onde jogou apenas três temporadas.

Jogando pelo Corinthians, foi ídolo, sagrando-se algumas vezes campeão: foi campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1966; do Torneio do Povo de 1971; e da Taça Laudo Natel de 1973, todos torneios importantes para época.

Embora estivesse no auge de sua capacidade técnica, jogando um futebol jamais visto, Rivellino foi muito cobrado pela escassez de títulos e também porque o Corinthians enfrentava o maior jejum de títulos oficiais de sua história: o clube paulista não conquistava um título desde 1954. Rivellino não foi capaz de devolver a alegria à torcida, pois os rivais encontravam-se em grande fase: o Santos tinha Pelé; o Palmeiras tinha Ademir da Guia; e o São Paulo tinha Toninho Guerreiro e o uruguaio Pedro Rocha. Mesmo a Portuguesa contava com grandes craques, como o famoso Ivair, o príncipe. Sem falar ainda dos célebres times do interior: a Ferroviaria de 1959 e 1963, que tinha Dudu. A Ponte Preta de 1970, que contava com Dicá. E o famoso Juventus da Moóca, o moleque travesso, que sempre conseguia vitórias sobre o Corinthians, tornando-se uma espécie de asa negra do clube do Parque São Jorge.

Rivellino acabou saindo, para infelicidade da maioria dos corintianos, que o amavam, desgastado após a perda do título do Campeonato Paulista de 1974 para o Palmeiras. Após empatar o primeiro jogo por 1 a 1, o Corinthians só precisava de uma vitória simples para garantir o tão sonhado título. Porém, foi derrotado por 1x0. Também teria causado estranheza ao atuar o jogo todo mais como um defensor do que atacante, sendo completamente anulado pelo zagueiro Luís Pereira.

Na Copa do Mundo de 1970, Rivellino, ainda atuando pelo Corinthians, foi um dos destaques da Seleção Brasileira tricampeã do mundo no México em 1970, seleção esta que é tida por muitos como o melhor time de futebol já formado no mundo. Nessa época, Rivellino angariou um grande número de fãs internacionais, sendo talvez o mais famoso deles o argentino Diego Maradona, que o tinha como ídolo e exemplo em sua infância. Diego se entusiasmara pelas jogadas com a perna esquerda, já que Rivellino era canhoto como ele. Também gostava da sua postura rebelde dentro de campo, sempre de cabelos longos, gesticulando e incentivando seus companheiros. Depois da Copa de 1970, Rivellino ainda seria campeão pela Seleção Brasileira do Torneio da Minicopa, disputado no Brasil em 1972. Na Copa do Mundo de 1974, apesar de continuar se destacando e marcando belos gols, como o que fez contra a Alemanha Oriental ao cobrar uma falta extremamente precisa, mandando a bola numa brecha da barreira aberta por Jairzinho que se abaixou na hora certa, seria prejudicado pela fraca campanha da equipe. Em 1978 seria convocado para sua terceira Copa, mas acabou ficando na reserva na maior parte da competição.

Depois da perda do campeonato paulista de 1974, Rivellino ficou sem ambiente no Corinthians e acabou acertando sua transferência para o Fluminense do Rio de Janeiro. Estreou em 1975, num amistoso justamente contra o seu ex-time. O resultado foi 4x1 para os cariocas, com três gols de Rivellino.

O Fluminense na época foi chamado de "Máquina Tricolor", bicampeão estadual (75/76) e por duas vezes semifinalista do campeonato brasileiro. Além de Rivellino, havia outros grandes craques, como Paulo César Lima. Em 1978 transferiu-se para o El Helal, da Arábia Saudita, onde foi campeão da Copa do Rei e bicampeão nacional. Desavenças com o príncipe Kaled fizeram com que Rivelino encerrasse sua carreira mais cedo, em 1981, aos 35 anos.

Rivellino teria começado seu futebol jogando em quadras, na modalidade conhecida por Futsal. Graças a essa origem, desenvolveu uma série de jogadas curtas com a perna esquerda que viriam a fazer grande sucesso nas categorias de base do Corinthians, mais tarde no time principal.É tido como o inventor do drible "elástico", que consiste em fazer um movimento de vai-e-vem com a bola usando o mesmo pé. Mas o próprio Rivellino já disse, por diversas vezes, que copiou o drible de um colega do futsal, de origem japonesa.

Excelente cobrador de faltas, chamava a atenção pelos potentes tiros desferidos com a perna esquerda. Na Copa do Mundo de 1970, o primeiro gol da seleção brasileira foi feito por ele, fulminando o goleiro da Tchecoslováquia quando da cobrança de uma falta.



quarta-feira, 18 de junho de 2008

Taffarel


Claúdio André Taffarel sabia desde pequeno que dedicaria sua vida ao esporte. Na infância, quase escolheu o vôlei como modalidade, mas só se tornou ídolo nacional colocando suas mãos a serviço do futebol.
Começou sua carreira no Internacional/RS em 1984, passou pelas seleções de base e se destacou na conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul. Em 90, disputou sua primeira Copa do Mundo, aos 24 anos de idade. Transferiu-se para o Reggiana da Itália e seguiu construindo sua carreira. Passou também pelo Atlético-MG e virou ídolo na Turquia ao conquistar a Copa da Uefa pelo Galatassaray em 2000.

Apesar de ter feito vários milagres por onde passou, Taffarel nunca foi uma unanimidade. Mesmo depois de ter se consagrado na disputa por pênaltis na final da Copa do Mundo de 94, muitos críticos o classificavam como um 'frangueiro' que tinha sorte nas decisões.

Sempre tranqüilo, o goleiro provou o contrário, conquistando títulos e colecionando boas atuações. Disputou três copas do mundo e venceu uma.

Cansado das pressões, se recusou a se apresentar depois de ser convocado por Wanderley Luxemburgo em 99. Com uma carta educada à CBF, ele se despediu para sempre da seleção brasileira. Suas conquistas, no entanto, nunca serão esquecidas.

Suas maiores frustrações foram a derrota na final da Copa do Mundo de 98 e da Copa América de 95, para o Uruguai.

Chegou até a receber críticas do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que o acusou de ter falhado em algumas partidas. Depois, deu a volta por cima ao ser convocado por Zagallo para o Mundial da França, onde mais uma vez se consagrou na inesquecível disputa de pênaltis contra a Holanda. Naquele ano, o Brasil acabou sendo vice campeão.

Em final decarreira e longe dos holofotes no Brasil, Taffarel voltou a brilhar recentemente. Na disputa da Copa da Itália de 2002, conquistou mais um título. Defendendo as cores do Parma, ele ajudou a equipe a vencer a competição.

Apesar de ser lembrado pela conquista do Mundial de 94, Taffarel começou a fazer milagres logo no início da carreira. Em 1985, pela seleção de juniores, ele defendeu um pênalti contra a Nigéria. Graças a sua sorte e elasticidade, o Brasil venceu aquele Mundial.

Nas semifinais das Olimpíadas de Seul, em 1988, outro feito heróico. A seleção empatava com a Alemanha em 1 a 1. Geovani cometeu um pênalti em Klismann. Wolfgang cobrou e Taffarel defendeu a dez minutos do final. Na disputa de pênaltis, ele voltou a brilhar. Defendeu os chutes de Janssen e Wuttke. O atacante Klinsmann chutou na trave.

Na Copa do Mundo de 1994, brasileiros e italianos ficaram nervosos naquela final dura e sem gols. Frio, Taffarel defendeu a cobrança de Massaro. Baresi e Baggio ainda chutaram para fora. O Brasil era tetracampeão.

Quando todos pensavam que Taffarel havia se tornado um goleiro obsoleto, outra disputa por pênaltis na Copa de 98 entrou para a história. Desta vez, o adversário era a Holanda. Cocu e Ronald de Boer não conseguiram marcar graças a mais dois milagres de Taffarel.

Pelos clubes que passou, Taffarel também fez jus à fama. Em 2000, por exemplo, o Galatassaray levou a decisão da Copa da Uefa contra o Arsenal para os pênaltis. Lá estava o brasileiro para defender o time turco. Suker e Vieira acertaram a trave, mostrando que a sorte também é decisiva para um goleiro.


terça-feira, 17 de junho de 2008

Patrick Kluivert

Patrick Kluivert surgiu no AFC Ajax em 1994, mas foi em 1995 que ele começou a ganhar sua fama,ao fazer o único gol da vitória do Ajax sobre o Milan na decisão a Liga dos Campeões da Temporada 1994/1995,no Ernst Happel Stadium, em Viena, Áustria. É um atacante alto, forte, goleador e com uma grande técnica. Pode jogar tanto de centroavante ou como um atacante que se movimenta mais no campo.

Em 1997, foi para o Milan, mas no clube milanês, não obteve sucesso e foi negociado com o Barcelona, se reencontrando com o técnico Louis Van Gaal, técnico que o lançou no Ajax. Ao lado de seus compatriotas Phillip Cocu, Michael Reiziger, Zenden, Ruud Hesp,Frank de Boer, Ronald de Boer e Winston Bogarde, além de craques como Rivaldo, Luis Figo, Guardiola, Luis Enrique, Abelardo e Xavi, o Barcelona conquistou o Campeonato Espanhol da Temporada 1998/1999. Kluivert marcou 15 gols em 35 jogos. Jogou até a Temporada 2002/2003 mantendo uma boa média de gols, mas na Temporada 2003/2004, ele teve problemas pessoais e uma lesão no joelho que o afastou dos gramados por 3 meses,e obteve um rendimento muito baixo, e foi vendido ao Newcastle United FC, da Inglaterra. Para o seu lugar, foi contratado o camaronês Samuel Eto'o. No clube inglês,ele também não obteve sucesso, e foi negociado com o Valencia, aonde disputaria a Temporada 2005/2006. Porém, Kluivert reinscindiu seu contrato com o clube espanhol por sempre ficar no banco de reservas. Em 2006/2007 jogou no PSV Eindhoven. Actualmente joga em França no Lille OSC. Pela Seleção Holandesa, fez 79 partidas e 40 gols, sendo até hoje o maior artilheiro da Seleção Holandesa. Participou das Eurocopa de 1996, 2000 e 2004, e também da Copa do Mundo de 1998, aonde a Holanda, após ter empatado no tempo regulamentar com o Brasil por 1 a 1, com Kluivert fazendo a favor dos holandeses, perdeu nos pênaltis e também perderia a decisão o 3º lugar para a Croácia por 2 a 1.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Jürgen Klinsmann




Jürgen Klinsmann (Göppingen, 30 de Julho de 1964) é um treinador alemão de futebol e ex-jogador. Jogou como atacante e, graças aos seus cabelos loiros e a sua habilidade de marcar gols, logo recebeu o apelido de "Bombardeiro Dourado". A família de Klinsmann administra uma padaria no subúrbio de Botnang em Stuttgart e consequentemente ele é carinhosamente citado como o "filho do padeiro".

Klinsmann foi introduzido pela primeira vez ao futebol com oito anos de idade, jogando em todas as posições em sua juventude, incluindo a de guarda-redes. Ele começou sua carreira profissional com
dezessete anos de idade no Stuttgarter Kickers, que naquela época era um clube de segunda divisão. Em1984 ele se juntou ao mais prestigioso VfB Stuttgart, um membro perene da primeira divisão.
Além de jogar pelos clubes alemães VfB Stuttgart e Bayern Munique, Klinsmann jogou em muitos países da Europa - no AS Monaco na França, Inter de Milão eUC Sampdoria na Itália, e duas vezes no Tottenham Hotspur FC na Inglaterra. Durante sua segunda passagem pelo Spurs, Klinsmann decidiu se aposentar da carreira como jogador profissional de futebol no verão de 1998 após o Campeonato do Mundo.
Klinsmann teve uma carreira internacional frutífera, tendo seu primeiro serviço pela Alemanha em 1987 e no final colecionando 108 jogos e 47 gols pela Seleção. Ele participou das Olimpíadas de 1988, ganhando uma medalha de bronze; da Eurocopa de 1988, 1992 e 1996, chegando à final em 1992 e se tornando campeão em 1996; e das Copas de 1990, 1994 e 1998, ganhando a Copa do Mundo em 1990. Ele se aposentou da Seleção após a Copa de 98.

Com sua aposentadoria dos gramados, Klinsmann começou sua carreira comercial. Ele se tornou o vice-presidente de uma consultoria de marketing esportivo sediada nos Estados Unidos e foi envolvido na Major League Soccercomo parte do time do Los Angeles Galaxy.
Em 26 de Julho de 2004, ele retornou à Alemanha como novo técnico da Seleção, no lugar de outro tricampeão mundial de 1990, o ex-craque Rudi Völler, com quem ele fizera uma das melhores duplas de ataque do futebol mundial, no início dos anos 90. Klinsmann embarcou com muita disposição em um programa agressivo para alavancar a gerência da equipe e reestruturar a quase combalida seleção. Trouxe seu ex-companheiro de ataque na seleção alemã, Oliver Bierhoff para a diretoria, o qual ajudou a dividir os trabalhos em relações públicas combinados de seu antecessor do real aspecto de direção técnica da posição. Além disso, ele criou um movimento jovem para arejar e renovar uma equipe envelhecida que deu uma desastrosa demonstração
na Eurocopa de 2004. O objetivo final de sua atual posição era a Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, na qual logrou um convincente 3º lugar.
Quando a Copa começou, a Alemanha toda (incluindo torcedores e imprensa) estava completamente desacreditada em relação à sua seleção, pois ele levou jogadores com ou nenhum crédito perante os torcedores como o zagueiro Huth, o qual era do Chelsea, contudo Klinsmann moldou um time competitivo e deu um espirito competitivo a seus jogadores. Apesar de sua gigantesca tradição, principalmente em Copas do Mundo, com 3 títulos mundiais e 7 finais disputadas, poucos supunham que a Alemanha acabaria chegando entre os quatro melhores times do torneio. Klinsmann assumirá o Bayern de Munique em lugar de Ottmar Hitzfeld que já anunciou que não seguirá mais como treinador da equipe ao fim da temporada. Com isso, o Bayern se tornará o primeiro clube que Jürgen dirigirá em sua promissora carreira como técnico.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Franz Beckenbauer


Franz Anton Beckenbauer (Munique, 11 de setembro de 1945) é um famoso ex-futebolista alemão. Posteriormente, como técnico, treinou times e seleções como a Seleção Alemã de Futebol. Seu apelido é der Kaiser - o imperador.

Nascido na Baviera, Beckenbauer teve como seu primeiro time o SV München 06, sendo que estreou no Bayern München com quatorze anos, no time juvenil. Seu primeiro jogo como profissional foi em 1964, estreando no Campeonato Alemão de Futebol em 1965. Seu primeiro jogo pela seleção foi no mesmo ano e sua primeira Copa foi a de 1966.

Como jogador, Beckenbauer era dotado de uma técnica refinada, além de um senso de liderança enorme, levando a posição de capitão em todos os times que jogou. Jogava como líbero, e, com sua visão de jogo incrível, armava contra-ataques fulminantes e tinha na elegância, com seu porte ereto, sempre com a cabeça levantada, uma marca registrada. Sua habilidade ajudou a Alemanha a ganhar a Copa do Mundo de 1974 e o Bayern Munique o tri da Liga dos Campeões da UEFA em 1974/1975/1976.

Aposentou-se no New York Cosmos, jogando com Pelé, Romerito e Carlos Alberto Torres. Ao voltar para a Alemanha, foi convidado pra dirigir a Seleção da Alemanha. Chegou a final da Copa do Mundo de 1986, perdendo para a Argentina, mas repetiu o feito em 90, desta vez alcançando o título. Somente ele e Zagallo ganharam Copas como jogadores e técnicos.

Beckenbauer também é considerado um dos maiores futebolistas da história, sendo incluído na lista dos 100 maiores jogadores do Centenário da FIFA.

Beckenbauer assumiu a superintendência do Cômite Organizador da Copa do Mundo de 2006. Também é comentarista da conceituada publicação esportiva alemã, Bild-Zeitung.

Tanto como jogador como quanto técnico, Beckenbauer foi campeão em todos os clubes pelos quais passou.

Durante a Copa do Mundo de 1974, correu um forte boato que a Seleção da Alemanha Ocidental teria entregado o seu jogo contra a Seleção da Alemanha Oriental para não cruzar com a temida Seleção da Holanda, de Johan Cruijff, na segunda fase da competição. Os alemães ocidentais, liderados por Beckenbauer, sempre negaram com veemência esse boato, mas o fato é que os alemães orientais realmente cruzaram com os holandeses na fase seguinte da competição e foram derrotados por 2x0, enquanto os alemães ocidentais somente enfrentaram a Holanda na final da competição quando se tornaram campeões.

Beckenbauer vestiu o manto sagrado, na despedia do futebol de Carlos Alberto Torres no estádio dos Giants em Nova York, dia 21 de setembro de 1982, a partida foi disputada entre Cosmos x Flamengo, onde jogou pelo primeiro clube. Oficialmente ele nunca atuou pelo rubro-negro.
O Kaiser já havia jogado com o capitão do tri pelo Cosmos, junto com Pelé.


quarta-feira, 16 de abril de 2008

Rivaldo

Rivaldo Vitor Borba Ferreira, conhecido como Rivaldo, (Paulista, 19 de abril de 1972) é um futebolista brasileiro, foi campeão do Mundo pelo Brasil na Copa de 2002

Rivaldo assinou contrato profissional com o Santa Cruz aos dezesseis anos em 1989, depois de ter impressionado olheiros locais num torneio junior. Em 1991 assinou com o Mogi-Mirim, que na época disputava a segunda divisão do campeonato paulista de futebol. Assinou com o Corinthians em 1993 e fez sua estréia internacional na seleção brasileira em dezembro do mesmo ano marcando o único gol na vitória de 1 a 0 no amistoso contra o México.

Assinou com o Palmeiras em 1994 e ganhou o Campeonato Brasileiro no mesmo ano. Ainda no Palmeiras ganhou o Campeonato Paulista de 1996. Participou das Olimpíadas de Atlanta em 1996, onde o Brasil ganhou a medalha de bronze. Mudou-se para a Espanha para jogar com o Deportivo La Coruña. Em Agosto de 1997 transferiu-se para o Barcelona.

Jogou pelo Brasil todas as sete partidas da Copa do Mundo de 1998, marcando 3 gols na campanha em que o Brasil foi vice-campeão. Apesar da péssima atuação da seleção brasileira na final, Rivaldo fez um ótimo mundial.

Em 1999, ganhando o segundo título na Liga Espanhola pelo Barcelona, Rivaldo foi eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA e pela revista World Soccer Magazine. Foi também votado como jogador europeu do ano pela revista France Football.

Na Copa de 2002 Rivaldo foi o grande responsável por liderar a seleção brasileira rumo ao penta-campeonato. Marcou um gol decisivo nas oitavas de final contra a Bélgica, quando o jogo encaminhava-se para a prorrogação. Também foi seu o gol de empate contra a Inglaterra nas quartas de final, após receber passe em ótima jogada de Ronaldinho. Na final contra a Alemanha acertou um forte chute de meia distância que o goleiro alemão não conseguiu segurar, deixando o rebote livre para Ronaldo marcar 1 a 0. Logo depois, atraiu a defesa alemã ao receber um passe de Kléberson, porém abriu as pernas e deixou a bola passar para Ronaldo, livre, marcar os 2 a 0. Terminou a Copa de 2002 marcando 5 gols e sendo eleito o segundo melhor jogador do campeonato.

Em Junho de 2002 o Barcelona liberou Rivaldo de seu contrato um ano antes de seu término. Sendo assim, ele assinou um contrato de três anos com o o clube italiano da série A Milan. Ele deixou o antro de estrelas do Milan depois de uma temporada de raras aparições como titular.

Depois de uma breve e limitada volta ao Brasil com Cruzeiro (onze partidas, dois gols marcados), ele assinou com o clube grego Olympiakós em 2004, ganhando o Campeonato e a Copa Grega (23 partidas, doze gols). Rivaldo marcou gols memoráveis em sua primeira temporada com o Olympiakos, incluindo uma fantástica apresentação na final da Copa com uma bola bem colocada de uma posição muito difícil perto da bandeira do escanteio. Rivaldo também marcou dois gols memoráveis de falta na temporada: o primeiro foi no derby local contra o outro gigante de Atenas - o Panathinaikos - e o segundo contra o clube inglês Liverpool, na Copa UEFA.

Em fevereiro de 2007, ao renovar seu contrato com o Olympiakos, Rivaldo anunciou que se aposentará do futebol em junho de 2008.

Mas apenas 3 meses após assinar um novo contrato com o Olympiakos, Rivaldo deixa o clube alegando falta de pagamentos. O jogador alegou que o Club Olimpiacos o deve aproximadadente 390 mil euros.

Rivaldo jogou mais de sessenta partidas pela Seleção Brasileira e esteve no lado vencedor na Copa de 2002. No entanto, ele recebeu uma grande multa da FIFA por seu comportamento numa partida contra a Turquia. Durante o encontro com o zagueiro Alpay Özalan, Alpay chutou a bola na direção de Rivaldo enquanto o juiz olhava para o outro lado. Rivaldo colocou as mãos no rosto como se tivesse sido atingido pela bola. Enganado, o árbitro expulsou o jogador turco. Imagens repetidas pela televisão provaram que Rivaldo foi atingido no corpo e não no rosto.

Pelé citou Rivaldo em sua lista dos 125 maiores jogadores de futebol vivos numa cerimônia de premiação da FIFA.

Rivaldo caracterizou-se por ser um profissional exemplar tanto em seus clubes como na seleção brasileira. Nunca negou-se a participar de jogos amistosos e partidas de pouca importância durante as eliminatórias e Copa América, mesmo diante de sérios compromissos com seus clubes na Europa.

Em 29 de maio de 2007, Rivaldo, depois de quebrar seu contrato com o Olympiakos, aceita o convite de um outro time Grego o AEK. F.C onde ficara um ano antes de sua esperada aposentadoria.


terça-feira, 15 de abril de 2008

Wayne Rooney


Wayne Mark Rooney ou apenas Rooney é um jogador de futebol nascido em Liverpool na Inglaterra em 24 de outubro de 1985 e ex-boxeador. Já lutou boxe antes de descobrir o futebol. A partir daí, sua vida entrou em um redemoinho e com 16 anos já era titular do Everton, time de sua cidade natal. Rooney ainda ia de bicicleta para os treinos quando foi convocado pela primeira vez para seleção inglesa. Sua primeira convocação para a seleção inglesa principal ocorreu quando ele tinha apenas 17 anos e ele foi um dos jogadores mais jovens da história a marcar um gol pela seleção principal quando, em 6 de setembro de 2003 marcou um golo na vitória inglesa sobre a Macedônia. Debutou pela seleção em 12 de fevereiro do mesmo ano contra a Austrália. Atualmente joga no Manchester United, para onde se mudou por 30 milhões de libras e já foi artilheiro na Eurocopa 2004, conquistando o prêmio Golden Boy 2004 como melhor jogador jovem europeu.

Um jogador de muita raça e vontade, talvez até demais. Por conta disso, acaba se irritando algumas vezes com árbitros e outros jogadores. É conhecido por atuações irregulares, sendo que em alguns jogos joga muito bem e faz três gols, e em outros mal toca na bola. É titular absoluto do Manchester United. Ele teve uma polêmica na copa de 2006, na partida entre Inglaterra x Portugal (nas quartas de final), por dar uma entrada duríssima em cima do jogador português Ricardo Carvalho, pois então Cristiano Ronaldo (que tambem joga no Manchester United, ao lado de Rooney) exigiu ao juiz a expulsão do Inglês. A expulsão, de fato aconteceu. Porém hoje eles são muito amigos e a relação de amizade dos dois não foi abalada.